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Complicações da perda de peso nos idosos

O envelhecimento é geralmente acompanhado pela perda de peso caracterizada por perda de massa gorda e massa livre de gordura. Quando se verifica um estado de excesso ponderal ou Obesidade, a perda de peso é recomendada para promover a saúde. Os riscos para a saúde diminuem com uma alimentação adequada e actividade física regular. No entanto, os benefícios para a saúde da perda de peso nos idosos, especialmente pela restrição calórica, são incertos. A rápida perda involuntária de peso em idosos geralmente é indicativa de doença subjacente a esse acontecimento e acelera a perda muscular que normalmente ocorre naturalmente com o envelhecimento.



Promoção da Saúde no Local de Trabalho - Empresa Nestlé



O Programa de Promoção da Saúde no Local de Trabalho já existe em alguns países da Europa e está agora também disponível em Portugal por intermédio da Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN).



Baixos níveis de vitamina D associados com risco de doença cardiovascular


Tem sido demonstrado que a deficiência de vitamina D pode estar envolvida no desenvolvimento de aterosclerose e doença coronária em humanos.

Um grupo de investigadores da escola de Saúde Pública de Harvard analisou um grupo de 18225 homens (45-75 anos) com o objectivo de relacionar a concentração plasmática de 25-hidroxivitamina D (25[OH]D) com o risco de doença cardiovascular.



Consumo de tabaco durante a gravidez e risco de obesidade

Dois estudos europeus sugerem que factores como o peso da criança à nascença, os hábitos tabágicos das mulheres grávidas e o peso do pai, podem predispor os bebes e as crianças ao desenvolvimento de obesidade.

Os autores do primeiro estudo, envolvendo 2374 crianças gregas com idades compreendidas entre 1 e 5 anos, colocaram uma série de questões aos pais relacionadas com o seu estilo de vida e saúde e reuniram informações acerca do tipo de aleitamento e peso das crianças à nascença. Constataram que as crianças com um peso à nascença anormalmente elevado para a idade gestacional tinham 4,5 vezes maior probabilidade de apresentar excesso de peso aos 6 meses de idade, comparativamente às crianças que nasceram com um peso normal.



Relação dos factores genéticos com o risco de obesidade infantil


Um estudo britânico concluiu que os nossos genes podem determinar mais de 77% do risco de obesidade, enquanto que os factores ambientais parecem ser menos importantes. 
 
Investigadores de uma Universidade de Londres analisaram o índice de massa corporal (IMC) e perímetro da cintura a uma amostra de 5092 pares de gémeos com idades entre os 8-11 anos e nascido em 1994 e 1996.



Vitamina A contra a mortalidade infantil em países pobres

De acordo com uma equipa de investigadores da Universidade Jonhs Hopkins (Estados Unidos da América) uma única dose oral de vitamina A administrada a bebés pouco tempo depois do nascimento, nos países em desenvolvimento, pode reduzir o risco de mortalidade por todas as causas em cerca de 15%.

No estudo participaram 15937 recém-nascidos do noroeste do Bangladesh, sendo que uma parte da amostra recebeu uma dose de 50.000 Unidades Internacionais (UI) de vitamina A e a outra placebo.



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